Crónica da Primeira Ronda da Mui Nobre Taça Afonso Pneuriques. Ouvi, ó vós que estais nas tavernas e nos caminhos poeirentos do reino, a verdade da primeira ronda! Soaram trombetas, ergueram-se escudos e houve quem galopasse com brio digno de cantar em pergaminho… mas também houve quem ficasse a aquecer o banco como frade preguiçoso em dia de jejum. AzoreanDidi reinou com passo firme, Neo e Valsalenta seguiram-lhe a roda como cavaleiros de respeito, enquanto Fonseca, Roger, 9sforanada e Gomes chegaram logo atrás — tempos honestos, sim senhor… mas mais próprios de quem conduz carroças carregadas de nabos do que corcéis de guerra. E depois… ah, depois vem a lenda negra da ronda: aqueles que nem tempo marcaram, como se a guerra fosse romaria opcional! Jolls, Manitas, Jean, Reno, Vicente, Pedrinho, ManicHunter e HDMI .... nomes gravados não em ouro, mas em barris vazios de taverna. Diz-se que ficaram à porta a discutir o vento, o alinhamento das estrelas e a espuma da cerveja, enquanto os outros lutavam na arena. Especial menção ao mui ilustre Jolls, chefe de hoste e senhor das desculpas raras: careca reluzente como elmo mal polido, óculos postos e copo de Superbock na mão… prometeu guerra e trouxe apenas sede. Nunca um general faltou tanto à batalha que ele próprio convocara; tal feito só se compara ao cavaleiro que chega à cruzada… depois do banquete final. Assim ficou escrita a ronda: uns com honra nas espadas, outros com pó nas botas e histórias que nem o bobo da corte ousa repetir. Que sirva de aviso.... pois na próxima alvorada, quem não montar o cavalo arrisca-se a ficar para sempre lembrado como herói… da sesta.
